• English
  • Português
  • Español
Crescimento com distribuição

Norte, Nordeste e Centro Oeste aumentam participação no total de empregos

Quando disputava a eleição de 2002, Lula disse que o Brasil precisava criar 10 milhões de empregos. A frase foi distorcida e virou motivo de piada entre os adversários políticos, que consideravam impossível ou absurdo criar tal quantidade de empregos.

As políticas do governo, contudo, fizeram bem mais do que isso: ao fim do governo Lula, em 2010, haviam sido criados mais de 15 milhões de empregos no Brasil. Em três anos de governo Dilma foram mais 4,5 milhões. E o Norte , Nordeste e Centro-Oeste vêm batendo recordes consecutivos de geração de empregos. O resultado é que a participação destas regiões no estoque de empregos formais do Brasil está crescendo.

E o Bolsa Família, que durante anos foi considerado pela oposição como uma esmola aos mais pobres e motivo de desestímulo ao trabalho, na verdade ajuda a criar empregos. No Nordeste, onde estão 51,1% dos beneficiários do programa, de 2004 a 2012, 807 mil empregos foram criados e mantidos graças ao aumento do poder de consumo das famílias beneficiadas. Mais um exemplo do vigoroso círculo virtuoso das políticas sociais implementadas por Lula e Dilma e seu impacto regional.