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O povo em primeiro lugar

Infraestrutura social

 

Moradia digna para milhões de brasileiros

O maior programa de habitação da história do Brasil foi também o mais bem sucedido. Com o Minha Casa, Minha Vida multiplicaram-se os investimentos em moradia e o déficit habitacional no país diminuiu, um problema que parecia insolúvel porque nunca havia sido enfrentado.

De 2009 até maio de 2016, foram contratadas 4,2 milhões de moradias e entregues 2,7 milhões - em 96% dos municípios brasileiros-, beneficiando cerca de 10 milhões de pessoas. O Minha Casa, Minha Vida surgiu para suprir uma deficiência de mais de 30 anos sem política federal de habitação no Brasil.

Com o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff, em 2016, veio também o desmonte das políticas de habitação e corte dos investimentos. Os recursos do Orçamento Geral da União (OGU) para o programa Minha Casa, Minha Vida caíram de R$ 59 bilhões, em 2015, para R$ 4,9 bilhões, em julho de 2019. 

O programa Minha Casa, Minha Vida já é responsável por 1/3 das moradias construídas anualmente no Brasil. Foto:Marco Peron/Caixa
Investimento recorde rompeu apagão do saneamento básico

Os especialistas no assunto são praticamente unânimes em dividir a história do saneamento básico no Brasil em duas eras: antes e depois do governo Lula. Antes, era comum escutar gestores públicos dizerem que “não valia a pena gastar dinheiro em obras que ficam embaixo da terra e ninguém vê”. Um ditado perverso, transformado em verdade por quem não estava nem aí para a saúde do povo. Com Lula e Dilma, os investimentos foram retomados e chegaram a pequenos municípios cujos habitantes sequer sonhavam em ver as ruas abertas para receber as tubulações de esgoto.

 

Energia elétrica passou a iluminar vidas no interior do Brasil

O Luz para Todos, criado em 2003, mudou a vida nos sertões e nas florestas brasileiras. Ao assegurar o acesso à luz elétrica para quase 16 milhões de brasileiros, o programa permitiu que as famílias do campo pudessem, além de ter direito ao conforto do século XXI que lhes parecia distante, investir em trituradores de ração, sistemas de irrigação ou freezers para conservar carnes e pescado. O programa iniciado logo no começo do governo Lula, quando Dilma era a ministra das Minas e Energia, mudou a vida no interior do Brasil. O acesso à energia elétrica para a população das áreas rurais do Norte e Nordeste, por exemplo, aumentou de 81,3% em 2002 para 98,6% em 2015.

O maior volume de investimentos em infraestrutura de transporte da história

Para ir ao trabalho, para visitar parentes, para passear ou para levar mercadorias. O fato é que nunca os brasileiros circularam tanto quanto nos governos Lula e Dilma. Para que isso pudesse acontecer com mais conforto, segurança e em menos tempo, os governos do PT realizaram o maior volume de investimentos em infraestrutura de transporte da história do país. Depois de reformar dezenas de aeroportos, duplicar milhares de quilômetros de rodovias e construir novas ferrovias, o transporte coletivo nas grandes cidades mudou completamente com as linhas de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos, corredores de ônibus e metrô).

Em agosto de 2013, a presidenta Dilma anunciou o Pacto da Mobilidade, que disponibilizava então mais R$ 50 bilhões em investimentos no setor nas principais cidades e regiões metropolitanas brasileiras. Governos de Estados e Prefeituras foram convidados a apresentar projetos na área, que passaram por análise e seleção. 

No total, os governos de Lula e Dilma ofereceram R$ 197 bilhões, em valores atualizados para julho de 2019, para que municípios e estados pudessem melhorar as condições do transporte coletivo urbano em seus grandes centros. Foram investimentos que permitiram a construção ou expansão de modais como corredores de ônibus, metrôs, BRTs e VLTs (Veículo Leve sobre Trilhos). 

Após o golpe de 2016, houve redução brusca dos investimentos em mobilidade urbana, além do cancelamento de 55 projetos selecionados pelo PAC, no valor total de R$ 15 bilhões.