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Mais forte e respeitado

Nova governança mundial

Brasil torna-se referência para África, América Latina e países emergentes

Programas implantados no Brasil são referência para África e América Latina
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Com a credibilidade conquistada, o Brasil tornou-se referência para a África e a América Latina e entre os países emergentes. Este fato, somado à convicção de que o fortalecimento dos organismos multilaterais é imprescindível para a manutenção da paz e do desenvolvimento social, possibilitou ao Brasil ampliar sua presença no comando das organizações internacionais, contando sempre com os votos dos países africanos e latino-americanos.

 

Brasileiros em defesa dos mais pobres

Nos governos Lula e Dilma, a presença brasileira nas organizações internacionais tornou-se mais expressiva do que jamais havia sido, e se caracterizou pela permanente defesa dos interesses dos mais pobres, como comprovam as atuações de José Graziano da Silva, diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO); Paulo Vanucchi, um dos três integrantes eleitos da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA); e Roberto Azevedo, diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Sob o comando de Roberto Azevedo, a OMC aprovou em 2013 o histórico Acordo de Bali, que, entre outras medidas, propõe a redução dos subsídios dos países ricos às exportações dos países pobres, derrubando barreiras comerciais e tornando mais justo o comércio entre as nações.

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Vitória na ONU contra espionagem norte-americana

A mais recente vitória diplomática brasileira aconteceu na Assembleia Geral das Nações Unidas, em dezembro de 2013. A presidenta Dilma Rousseff e a primeira-ministra alemã, Angela Merckel, encaminharam à ONU o projeto de resolução O Direito à Privacidade na Era Digital – uma resposta à revelação de que agências norte-americanas praticaram espionagem eletrônica contra diversos chefes de Estado, entre os quais Dilma e Merkel, e também contra cidadãos e empresas de vários países.

A resolução foi aprovada pelo consenso dos 193 países-membros das Nações Unidas, inclusive Estados Unidos. O fato, segundo o Itamaraty, “demonstra o reconhecimento, pela comunidade internacional, de princípios universais defendidos pelo Brasil, como a proteção do direito à privacidade e à liberdade de expressão, especialmente contra ações extraterritoriais de Estados em matéria de coleta de dados, monitoramento e interceptação de comunicações.’’