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Crescimento com distribuição

Desenvolvimento da indústria e do emprego

Lula e Dilma multiplicam por 26 o número de empregos na indústria naval

As demandas da Petrobras foram responsáveis pelo grande avanço da indústria naval e pelo desenvolvimento econômico de diferentes regiões do país. Com novo impulso, o setor, que no governo neoliberal empregava apenas 3 mil trabalhadores, hoje emprega 26 vezes mais (78 mil). Outros 25 mil novos postos de trabalho deverão ser gerados nos próximos três anos, segundo estimativa do Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinval).

Mais navios, plataformas, sondas e barcos de apoio

A Petrobras vai investir US$100 bilhões na indústria naval brasileira, até 2020. O total de encomendas será de 28 sondas, 49 navios e 146 barcos de apoio. Serão contratadas também 38 plataformas de produção, que contribuirão para elevar a produção para 4,2 milhões barris por dia, além das plataformas para Libra e para as áreas contratadas diretamente com a Petrobras para a produção do excedente da cessão onerosa (Búzios, Entorno de Iara, Florin e Nordeste de Tupi).

O reaquecimento da indústria naval alavanca ainda diversos outros segmentos da indústria, como os de máquinas, equipamentos pesados, caldeiraria, elétrica e automação.

Investimento do Pac 2 na indústria naval brasileira

Impacto positivo sobre 18 setores da economia

O aumento da produção de petróleo gera impacto em 18 setores das áreas de materiais e serviços – como tubulação, equipamentos náuticos, elétricos, mecânicos e submarinos, instalações e montagens industriais, construção, manutenção e reparo naval etc – ampliando o número de grandes, médias e microempresas associadas à cadeia produtiva e gerando empregos.

A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) já conta com 2.500 empresas associadas; dessas, mais da metade são micro ou pequenas. O aumento da produção de petróleo atrai também empresas britânicas, chinesas, estadunidenses, espanholas, holandesas e francesas, entre outras, que vão investir em bens de capital, infraestrutura e petroquímica.

Pequenas empresas, grandes oportunidades

O segmento de Micro e Pequenas Empresas (MPE) será especialmente beneficiado. Mais de 8 mil empresas de pequeno porte já foram identificadas como fornecedoras potenciais ou efetivas, a partir de pesquisa realizada pelo convênio Sebrae/Petrobras. O convênio incentiva a criação de redes estaduais de cooperação empresarial, visando aumentar a competitividade de empresas fornecedoras de bens e serviços da cadeia de petróleo e gás natural. Cerca de 6,3 mil empresas foram convidadas a participar de ações de capacitação, seminários, consultorias e rodadas de negócios.

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