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O povo em primeiro lugar

Saúde

 

Mais Médicos ampliou Saúde da Família

Os 18.240 mil profissionais contratados pelo programa Mais Médicos vieram fortalecer o alicerce principal da atenção básica no Brasil, a Estratégia Saúde da Família, elevando para mais de 40,3 mil o número das equipes preparadas para acompanhar diariamente a saúde das populações nas periferias das grandes cidades e municípios médios e pequenos do interior.

Compromisso com o investimento no SUS

Os opositores não poderiam imaginar que a reação do governo ao fim da CPMF fosse exatamente o oposto do que se esperava: o Ministério da Saúde aumentou os recursos para a área, ampliando programas como a melhoria na atenção básica, os investimentos nos serviços de emergência e a distribuição de remédios para evitar doenças crônicas.

De 2003 a 2016, as ações de saúde se tornaram parte de uma estratégia de inclusão social para milhões de brasileiros em todos os cantos do país. No entanto, desde a Emenda do Teto de Gastos, que entrou em vigor no Brasil em 2017 e congelou os investimentos em saúde e educação por 20 anos, o SUS já perdeu mais de R$ 20 bilhões do orçamento federal. O desinvestimento pode chegar em média a R$ 400 bilhões em 20 anos.

             

 

 

 

Quer saber mais?

• Leia a entrevista do então ministro da Saúde, Alexandre Padilha, à Revista Fórum.

• Brasil tem menos médicos por habitante do que Argentina e Uruguai

Antes da criação do programa, havia apenas 1,8 médicos para cada mil habitantes. Pior: 22 estados possuíam média ainda mais baixa. No Acre, Amapá, Piauí, Pará e Maranhão, a proporção era de menos de 1 médico por cada mil habitantes. Para se ter ideia do que isso significa, na Argentina existem 3,2 médicos por mil habitantes. Comparando com o Uruguai (3,7 profissionais por mil) o déficit é ainda maior.

• Estrangeiros não tiram vagas de profissionais brasileiros
Os estrangeiros do Mais Médicos não tomaram o lugar de nenhum médico brasileiro. De 2003 a 2011, foram criadas 147 mil vagas de emprego formais para médicos no Brasil. Nesse mesmo período, 93 mil novos profissionais entraram no mercado de trabalho. Isso porque o governo ampliou as vagas nos cursos de medicina, com a criação de 5.849 novas vagas, sendo 3.749 em instituições privadas e 2.100 em instituições públicas, além de 7.172 novas vagas de residências médicas entre 2011 e 2016, totalizando 7.957 bolsas-formação ofertadas pelo Ministério da Saúde. 

• Tire suas dúvidas sobre o programa e vacine-se contra a desinformação

• Prefeitos reconhecem importância do Mais Médicos: 

• Profissionais inscritos querem ajudar quem mais precisa: 

• Estratégia do "quanto pior, melhor" deu errado
Ao derrubar a CPMF – onze anos depois de ter sido criada para financiar a saúde no governo anterior -, a expectativa da oposição era de que os investimentos em saúde diminuíssem e a qualidade do atendimento piorasse. Mas isso não aconteceu, porque, apesar das dificuldades criadas pela turma do contra, o governo elevou os repasses para o setor. Esse esforço possibilitou aumentar a ajuda aos hospitais filantrópicos e reduzir a defasagem da tabela de procedimentos do SUS.

• Mais recursos para Santas Casas e Hospitais Filantrópicos
Responsáveis por 41% das internações e 37% dos leitos financiados pelo SUS, as Santas Casas e os Hospitais Filantrópicos viram crescer em 185% os recursos federais de incentivo ao atendimentos da população pobre, chegando os repasses a R$ 970 milhões em 2012. Também aumentou de 26% para 50% o incentivo a exames e cirurgias de média ou alta complexidade. Para refinanciar suas dívidas de R$ 15 bilhões junto à Previdência, FGTS e Receita Federal, o governo determinou que essas instituições aumentassem em 5% seu atendimento às demandas do SUS, pagando em dia os impostos do ano em curso.

• Procedimentos do SUS tiveram aumento de até 3.673%
A remuneração dos médicos, laboratórios e hospitais que atendem pelo SUS jamais havia aumentado tanto como durante o período dos governos Lula e Dilma. Alguns dos procedimentos - exatamente 14 - receberam até 3.673% de reajuste desde 2003. Para se ter ideia do que isso significa, de 1994 a 2002, apenas quatro procedimentos tiveram 132% de reajuste. Foi o máximo naqueles oito anos. Em 2013, além dos aumentos na tabela, 11 intervenções cirúrgicas para tratamento de câncer passaram a ser cobertas pelo SUS. A última alteração dos procedimentos oncológicos da tabela do SUS havia acontecido em 1993. O número de estabelecimentos credenciados para o atendimento de oncologia cresceu de 260 para 278 unidades.