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Política Externa

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“Nosso país tornou-se voz ativa, voz a ser ouvida, opinião a ser consultada nas grandes decisões. Assumimos o papel de protagonistas em um mundo em intenso processo de mudanças (...) Somos referência e jamais recusaremos apoio aos países mais pobres que lutam contra o atraso e buscam elevar seus povos a paradigmas básicos de civilização. Trabalhamos permanentemente para estabelecer uma relação profícua e produtiva com as nações desenvolvidas.

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“A verdade é que nós não éramos levados a sério. Mas nós não éramos levados a sério porque nós não nos respeitávamos. Vamos ser francos: neste país, nós tivemos durante muito tempo uma parte da elite dirigente que tinha complexo de vira-lata."

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A mais recente vitória diplomática brasileira aconteceu na Assembleia Geral das Nações Unidas, em dezembro de 2013. A presidenta Dilma Rousseff e a primeira-ministra alemã, Angela Merckel, encaminharam à ONU o projeto de resolução O Direito à Privacidade na Era Digital – uma resposta à revelação de que agências norte-americanas praticaram espionagem eletrônica contra diversos chefes de Estado, entre os quais Dilma e Merkel, e também contra cidadãos e empresas de vários países.

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Nos governos Lula e Dilma, a presença brasileira nas organizações internacionais tornou-se mais expressiva do que jamais havia sido, e se caracterizou pela permanente defesa dos interesses dos mais pobres, como comprovam as atuações de José Graziano da Silva, diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO); Paulo Vanucchi, um dos três integrantes eleitos da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA); e Roberto Azevedo, diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC).

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Brasil torna-se referência para África, América Latina e países emergentes

A formação de um bloco econômico e político com as características do Brics estava presente no programa de governo de Lula desde as eleições de 2002. A partir daí, o Itamaraty passou a atuar para tornar realidade o que era apenas uma sigla criada pelo economista-chefe da Goldman Sachs, o norte-americano Jim O'Neil.

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Conjunto dos cinco países emergentes (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) que mais cresceram na última década, o Brics vem conquistando influência cada vez maior na economia e na política mundial. As consequências da crise econômica nos Estados Unidos e Europa contribuíram para isso, é verdade, mas a articulação, o constante diálogo e o aumento de 500% no comércio entre os cinco países potencializaram esse poder em crescimento.

Juntos, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul representam 43% da população mundial e quase 30% do PIB global.

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Banco dos Brics é alternativa ao Fundo Monetário Internacional e ao Banco Mundial

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A descoberta da África pelo Brasil

Com o sentimento e a convicção de que era possível evitar a guerra, a diplomacia brasileira e o próprio presidente Lula juntaram-se ao governo da Turquia e surpreenderam o mundo. Com o diálogo, brasileiros e turcos conseguiram, em 2010, o que parecia impossível: o Irã concordou em enviar seus estoques de urânio levemente enriquecidos para receberem níveis suplementares de enriquecimento em outros países, até 20%, para que pudessem ser usados em pesquisas e tratamentos médicos.

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